Muitas pessoas se afastam de determinados grupos de oração com a justificativa de que se incomodam com o pregador que grita. Isto torna-se polêmico porque na maioria das vezes em vez destes pregadores se autoanalisarem, preferem transferir a causa julgando de que nelas faltam fé. Alguns preg adores gritantes poderão até usar de interpretações fundamentalistas da Bíblia para explicar suas práticas excessivas na pregação. Como por ex. O versículo no livro do profeta Jeremias: " Invoca-me e te responderei..."; com uma tradução errada da Bíblia que troca o verbo "invocar" por "clamar", que poderá entender-se: "Gritar". Pode até ser "gritar" sim, mas se seguirmos o contexto entenderemos que Deus nos manda clamar a Ele mesmo em oração, não gritar para a assembleia. Poderão usar também as passagens do evangelho que evidenciam João Batista como aquele que clama (Grita) no deserto (Mt 3,3; Mc 1, 3; Lc 3, 4; Jo 1,23), porém, ele cla...
Não se deve confundir “sexo oral” com “prelúdio sexual” Antes de tudo, é preciso dizer que nunca encontrei, na Bíblia ou em algum documento oficial do magistério da Igreja, a expressão “sexo oral” ou algo que trate do assunto. Penso, então, que se deva entender por “sexo oral” a realização do ato sexual do casal por meios orogenitais, chegando-se ao orgasmo desta forma. Mais explicitamente falando, é o emprego da boca e da língua que, em contato direto com o órgão sexual do parceiro, pretende levá-lo ao orgasmo. Realmente isso não tem sentido, pois não foi assim que Deus programou a vida sexual do casal. É antinatural. A moral católica é baseada nisso: o que é natural é moral; o que não é natural, é imoral. O ato sexual é a “liturgia” conjugal, onde o casal celebra o amor e gera os seus filhos. Assim, há duas dimensões na vida sexual: unitiva e procriativa. É evidente que pelo sexo oral, como descrito acima, além do mais, fecha as portas para a concepção e anula...
Francisco pede mais acolhimento para imigrantes e refugiados, além de rezar pela vocação ao sacerdócio e à vida consagrada Imigrantes, refugiados, sacerdotes e religiosos estão nas intenções de oração do Papa Francisco para o mês de junho, que começa nesta segunda-feira, 1º. Na intenção geral, o Santo Padre pede que os imigrantes e refugiados sejam acolhidos e respeitados nos países onde chegam. Esse apelo já ecoou em vários momentos de seu pontificado, inclusive na mensagem que ele escreveu para o Dia Mundial do Migrante e Refugiado em 2015 , celebrado em 18 de janeiro. “À globalização do fenômeno migratório é preciso responder com a globalização da caridade e da cooperação, a fim de se humanizar as condições dos migrantes. Ao mesmo tempo, é preciso intensificar os esforços para criar as condições aptas a garantirem uma progressiva diminuição das razões que impelem populações inteiras a deixar a sua terra natal”. Leia também .:...
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